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sexta-feira, junho 29

Só Tu e Eu


Só tu e eu
Num lugar contíguo
Onde o sol traz o calor
E em conjunto contigo
Faz destilar o amor
Que eu posso encontrar
Por baixo de uma pedra qualquer

Mas, serás tu?
Quem eu, outrora fintei!?
…só tu e eu

Pra me perder
No momento
Pra me privar da razão
Asfixiando a alma
Sendo quem não sou

Adormecer, acordado
Como, quem não quer ver
Se
Serás tu! Se serás tu!
Quem eu, outrora fintei!
Só tu e eu
Só tu e eu
Só tu e eu
Só tu e eu

quinta-feira, junho 28

mas que nada

mais que nada...


- Obrigada, por seres forte
- Quem eu?
- Tu sabes que sim
- Quem eu?
- Nunca desistes?
- Quem eu?
- Odeias-me quando te sou indiferente?
- Quem eu?
- Odeias-me?
- Claro que não!
- Gostas de mim?
- Claro que sim!
- Obrigada.
- Ora essa, somos feitos de pó e ao pó voltaremos.
- O quê?
- Nada de nada.
- Como nada!?
- Nada, é o que te digo!
- Como é que podes gostar de alguém?
- Quem eu?
- Estás te nas tintas?
- Se souber o do que falas, digo-te onde estou?
- Vais te? Vais te embora?
- Oh linda só quero que me vejas, como sou, aqui, eu estou mesmo aqui, ao teu lado.
- Obrigada.
- É um prazer.
- Obrigada por seres tão bom para mim?
- Quem eu…

quarta-feira, junho 27

Days go by Keith Urban


I'm changing lanes
I'm talking on the phone
I'm drivin' way to fast
And the interstate's jammed with
Gunners like me afraid of coming in last
But somewhere in the race we run
We're coming undone

Days go by
I can feel 'em flying
Like a hand out the window in the wind as the cars go by
It's all we've been given
So you better start livin' right now
'Cause days go by

Out on the roof just the other night
I watched the world flash by
Headlights, taillights running through a river of neon signs
But somewhere in the rush I felt
We're losing ourselves

Days go by
I can feel 'em flying
Like a hand out the window in the wind as the cars go by
It's all we've been given
So you better start livin' right now
'Cause days go by

We think about tomorrow then it slips away
We talk about forever but we've only got today

And the days go by
I can feel 'em flying
Like a hand out the window
As the cars go by

It's all we've been given
So you better start livin'
You better start livin'
Better start livin' right now

Cause days go by
I can feel like 'em flying
Like a hand out the window in the wind as the cars go by

It's all we've been given
So you better start livin' right now

Cause days go by
These days go by

So take 'em by the hand
They're yours and mine
Take 'em by the hand
And live your life
Take 'em by the hand
Don't let 'em all fly by

Come on, Come on now
Don't you know the days go by

Não tomo café


Tem sido assim, acordar cedo, muito cedo, cedo demais, arvorar da cama às sete horas em ponto, calcular o caminho para a casa de banho, na companhia de raciocínios fracos e sem chama, fruto da manhã absorta, o duche, que me substitui o café, pois, não tomo café, vestir, fazer o nó de gravata, (já sei fazer a merda do nó) por acaso estou a gostar, preparar-me qualquer coisa para comer antes de abalar, tipo leite quente com o chocolate ovomaltine, uma torradinha barrada a manteiga, não! - Sem ser de amendoim. Por acaso, hoje, tive direito a surpresa.

A mamã estava na cozinha, e quando eu ia pronto a pegar no assunto, já lá estava o sumo de laranja natural, lindo! Com a sandes de fiambre, malta, toma lá atenção! Estou a falar das sete e um quarto da manhã, foi um choque, que choque foi para mim, mas, atribuí o valor, antes de sair e fechar a porta atrás de mim, confiei o meu sincero obrigado.



Não consegui comer a sandes, não sei se por não estar já habituado a ter esse tipo de preparo, e aquelas horas.

Agora, já não faço bifes de vaca às dez da ma tina, parece que se me foi o estômago para tal. - Vai com calma !

Adormeço, na claridade, se me deixar ir, durante o percurso que me leva ao emprego, para evitar a privação, ligo o meu ipod ao rádio do carro, Seu Jorge, para abrir a pestana, na zona rápida, de quem sai da estrada de São Brás do Alportel em direcção ao aeroporto, essa via, esse espaço aberto, faz-me querer mais, leva-me consigo, coragem! Canto alguns versos do cantor carioca do Brasil, e abano a rotina, ainda antes de sequer pensar nisso, o sol já aquece bem, mas não, não bebo café.
Tem sido assim, acordar...

terça-feira, junho 26

Manteiga de amendoim


Manteiga de amendoim, pronto, já falei disso, eh, é que, tenho andado estes últimos dias com, a manteiga de amendoim na ideia, não sei como falar disso, assim sendo, manteiga de amendoim.

É mais fácil falar do que fazer, e é bem verdade, hoje, cheguei a casa, depois do trabalho e da voltinha de bike até a ilha de faro, e estava a minha mamã na sala a conversar c'oa vizinha do sexto.

Arrumei a bike no meu quarto, tinha pensado atacar o blogue, em seguida, atravessei a sala tentando não interromper a conversa, mas sem efeito, sem efeito significa que não houve transacção, a conversa encalhou na festa das flores (a festa do capuchos de Vila Viçosa é bem chique), vou estar presente, não sei se este ano, mas pelo menos uma vez, a vizinha encalhou no lugar, onde é feita a festa das flores, sabia que era algures no Alentejo, mas onde? - Não é Montemor, mas tem um nome assim parecido, falava em voz alta para si, compenetrada, quase preocupada.

Eu, em frente ao computador, tinha em mente escrever alguma coisa relacionada com a manteiga de amendoim, skippy, como o filme em que Brad Pitt, se apaixona pela colher de manteiga de amendoim, mas estava longe de me lançar sobre isso, estava sem ideias, e foi me, confesso espontâneo, estar atento, à procura mental, da minha vizinha nos arquivos da sua cabeça… – nunca mais comi sardinhas...Do nome da localidade em que se realiza a festa, onde as pessoas, constroem flores de papel, com ruas e ruas, assim enfeitadas, festas populares… – desde que fomos á deserta.

…sem ideias para a escrita digito: festa das flores, em seguida apareceram-me vários sites no ecrã do meu portátil, afinei a minha pesquisa, reduzindo os sites para apenas em português, calculei, assim que vi o nome: Campo maior, perguntei afirmativamente – Campo maior!? -Oh Nuno, obrigado pela ajuda, exteriorizou a vizinha, de forma natural.

Não achei que tinha feito grande coisa, mas sei que tinha sido melhor, que me agarrar à manteiga de amendoim, tal como os Sopranos, o chefe que vai à terapia, farta-se de comer à colherada nos dias de depressão por não ter morto alguém.

Abri a página, pertencente ao site da festa do povo, soltou-se a musica popular, a minha mãe e a minha vizinha, minhas como quem diz, ninguém é dono de ninguém, assim que se deram conta do facto de eu as estar a ouvir, debruçaram-se sobre mim, com jeitinho de mulher, admirando o slide-show que ia passando com fáceis imagens da festa.

A parte que no fim é de interesse, foi que, ao chegar à sala, a distância entre mim, e as duas senhoras, era uma, quando, acabou deixou de haver distância, quando a musica soou.

sábado, junho 23

Vamos ficar para sempre juntos

este homem é lindo, pela forma sincera como curte o que está a fazer, a música é simples mas espectacular!

Vejam, se estiverem na onda vão adorar, lindo clip;o)

Al Green - Let´s stay together

Gala desportiva da UALG 2006/2007


Vamos falar do basquetebol

Foi no basket que tudo começou, o espírito de equipa, suscitou a passagem de um plano real, transportado para o blogue da Ualg, que, para os mais atentos, cedo perceberam, que eu, Nuno Beja, aproveitei esta onda surf ando-a com toda a minha imaginação e criatividade.

Durante esta semana, exactamente na quinta-feira foi feita mais uma gala de final de época desportiva, das actividades proporcionadas pela Universidade do Algarve, com todas as modalidades presentes, e um jantar com dois pratos, um de carne e outro de peixe, pela guarnição oferecida, acho que também servia os vegetarianos.

Infelizmente não houve fotos do evento.

É uma óptima ocasião, onde os treinadores de cada uma das equipas, masculina/feminina e modalidade, dão uma palavra sobre as dificuldades de mais uma época, dos feitos alcançados, dos fracassos, tudo de uma forma, simples do desporto.

São ainda escolhidos os melhores exemplos, de cada equipa, os jogadores, e finaliza com uma noitada de, ainda delicada tradição na praia de Faro, com possível descarrilamento para a baixa de Faro.

Eu como agora trabalho, fiquei-me pela praia e ainda assim, o acordar no dia de sexta foi um pouco menos suave que o habitual.

Lembro que a seguir a mais um verão, este verão, teremos outra época no calendário 2007/2008, onde esperamos cada vez mais adesão, e vontade de crescer neste desporto, que com tão pouco que recebe, ainda assim, tudo me tem dado, abraço desportivo e obrigado.

quarta-feira, junho 20

terça-feira, junho 19

Passei primeiro por Roterdão III


(...)Acenei, em forma de adeus, tal como nos filmes, tentando ganhar a intensidade a cada momento, respirei, o bairro era cinzento, agora já estava a fazer o tal frio, característico daquela zona da Europa.

Só depois me voltei, dei de caras com o meu hotel, o tal hotel em que tinha feito uma reserva on-line, o StayOkay Hotel, ao espreitar, distante, da berma do passeio, através dos vidros embaciados, logo no rés do chão, podia vislumbrar, um grupos de adolescentes em redor de uma mesa de snooker, num lado da porta, do outro lado da porta, estavam clientes do hotel, em mesas de café, a tomar copos e cervejas de final de noite, eram onze e meia da noite.

Dei os primeiros passos, tranquilo, em direcção á porta, chegado à porta, apliquei um forte empurrão, queria entrar com tudo, porém, a porta não se abriu, só depois reparei que estava trancada, toquei à campainha, espreitei para dentro, outra vez, agora, via-os bem, os empregados na recepção, um homem dos quarenta anos e uma rapariga mais nova, a memória que tenho dela foi-se, ignoravam-me ao de leve, sem me fazer sentir mal, mas nada mais faziam, eu ia esperando, que findasse, o que um tinha para dizer ao outro.

Finalmente, um deles, o homem, veio ter à porta, abriu-a, fez-se o cumprimento e disse-lhe que tinha uma reserva em meu nome, o homem, indicou-me o caminho para o Hotel.

Ao entrar, pude sentir o cheiro, cheirava a um lugar fechado ao fumo de tabaco já de longa data aí arraigado, era essa a resposta ao nível de hotel que eu tinha arranjado, era uma sala comprida, mas de pequenas dimensões, assim que se entrava, defronte estava uma mesa de snooker, olhei rodando a cabeça sobre o meu ombro direito, desse lado estavam as mesas de café ao fundo, dessas mesas via-se a rua através de uma vitrina que ali estava, mais para dentro, estava uma escadaria, uma que subia, outra que descia, para a cave, onde se encontram os cacifos, andei, para o outro lado, fui para a recepção, oficializar o meu pedido, já que, aquando da reserva não fora debitada a quantia, era apenas na altura de entrada em hotel, que se pagava.

Tratada a parte da papelada, fiquei a saber que eu ia partilhar o meu quarto, com mais cinco estranhos, ainda tinha que fazer a minha cama àquelas horas, caso quisesse dormir decentemente, num lugar limpo. – que irei encontrar quando lá chegar ao quarto? Pensava para mim…

Björk

Comportamento


O seu ego era enorme, a sua quase, mesquinhez, vontades de ganhar de agarrar o que lhe não era de direito, tinham-lhe custado, mais alegria, mais calor, mais sorrisos, atenção, mais paz, e mais amor.

Assim, foi andando, consciente, de que tardava a ser melhor, melhor criança, melhor homem, melhor amigo, melhor vizinho, melhor irmão, melhor filho, tardava em sentir carregar, consigo ao peito, também melhor coração. – Tu nunca hás-de mudar! – Hás-de ficar sozinho! Só pensas em ti, e em mais ninguém.

Os anos, como o tempo, não vacilam, e como um rio, foram-se passando, nessa vida, ao longo do percurso, este homem, hoje um homem, foi vivendo, aprendendo, toldando situações.

Em que se lhe era exigida, muitas vezes, umas vezes a bondade, outras vezes a paciência, mas e os erros, esses, sucediam-se depressa, já que, nem sempre se lhe escorria a bondade, e muitas vezes, se lhe vociferava a força, descentrada, rebelde, repentina e por consequência, uma força frágil, e inconsequente.

São precisos degraus, eram precisas etapas, foram precisas escadarias, de isolamento, de desconexão, até, se ver defronte, do meu portão. – Tenho de lá chegar acima!

Cá de cima, sinto-me ainda mais pequeno, a vontade ainda cá mora, ainda quero ganhar, o veneno!

Ao veneno, construí-lhe um canal, a ver se não me distraio, de lhe fazer sustento, ao bem, que cá dentro de mim eu sinto, tento regar-lhe todas as semanas, quando o faço, quando o rego, sussurro-lhe palavras de sucessos que se lhe ajustam ao cultivo e ao crescimento.

À paciência, a essa sozinho não consigo dissolver, mas cá de cima tenho-te pequeno ao meu lado, Nuno, ajuda-me a ser mais homem, como tu foste em criança, como eras em Luanda, onde em dias de praia, te deixavas, e vias ao longe, a linha do horizonte, a que chamavas o fundo do mar, muito bem.

Agora, junto-lhe a força, e que força, agora concentrada em ti, em mim, em quem mais, vier por bem.

São precisos degraus, amigos, estupidez e curiosidade, assim que arrisco, me descubro, assim que arrisco, me descubro, ao tentar dar-te, parte do que sou, assim sei que sou, posso assim dizer que vou? Sei que irei, que vou, contigo…

segunda-feira, junho 18

desporto


"Prática metódica de exercícios físicos com o fim de aumentar a força, a destreza ou a beleza do corpo. Recreio, diversão.
A Antiguidade Clássica, especialmente a Grécia, praticou muito os desportos. A Idade Média praticou apenas os desportos de utilidade imediata, sobretudo para a guerra. O renascimento dos desportos na Europa Meridional começou nos últimos anos do séc. XIX.
A palavra desporto aplica-se hoje aos exercícios físicos, jogos, etc., praticados metodicamente, não só no ponto de vista do aperfeiçoamento do corpo humano mas também para a educação do espírito, tendentes a desenvolver as qualidades de energia, de perseverança e decisão."

té log

não é um grupo que eu escute com regularidade, mas tem muita qualidade, e considero a generalidade das musicas muito boa, com alguma melancolia à mistura, de qualquer forma, foi há algum tempo atrás, encontrei este clip no hi5 da Cris, foi mais uma, óptima surpresa,
a senhorita Cris tem bom gosto, não há como negar. beijinhos ;o)

ColdPlay - See you soon

sábado, junho 16

Tony Parker o "outro" francês


Após ter ganho o terceiro campeonato da NBA, Tony Parker acha que mesmo vencendo três campeonatos da NBA, nunca terá a mesma popularidade que Zinedine Zidane, defende o facto de o francês ser um futebolista, e esta ser a modalidade mais popular.
Esqueceu-se, foi de contar também com todos os outros desportos e paixões, que Zizou provocou com aquela tremenda e fenomenal "carecada" ao italiano.
Ah pois, os outros, nomeadamente, os adeptos de videojogos como o TEKKEN, ainda os adeptos de Wrestling, ou luta de vale tudo, é isso mesmo.
Ao “outro” francês resta-lhe continuar a ganhar títulos nos estados-unidos, casar com a Eva Longoria, e gravar um CD de Rap, e ainda assim, guardo reservas, a quem será o francês número um, em popularidade.
Temos de contar ainda com chefe de estado francês, Nicolas Sarkozy, que dizem ter dado uma conferência de imprensa c’os copos, nunca tinha ouvido falar dele até ouvir isto, eheh.

Balança, balanço ou balancê, hum!?

A análise de um balanço de um determinda empresa, deve ser feita com vista a identificar, qual a estrutura.., - o quê?
- Não era balanço? - Não, é balancê, cromo, vá, agora dança sacana!
;o)

hoje temos outro problema


Olá pessoal,
Estou contente, ultimamente a vida tem me dado coisas, tem me feito sorrir, até quando estou sozinho, e tem sorrido para mim, sim, a vida também tem sorrisos abertos, desprendidos, despreocupados e puros – abaixo os sorrisos de Gioconda, não quero esse tipo de dilema, ou enigma.
Ontem conversei, troquei pontos de vista com um amigo, enquanto, corríamos e fazíamos elevações nas barras do liceu João de Deus, no ponto mais alto de Faro, dali se tem um pequeno vislumbre, da baixa de S. António, eu, estou muito forte, a comprova-lo, fiz uma série de elevações, de dez, depois uma série de oito, e depois uma série de mais dez elevações, ia respirando de forma controlada, concentrado, e ao mesmo tempo a ouvir, o meu amigo, dei-me ao luxo de lhe conseguir responder, “pfsim”, aquando de uma puxada acima, em direcção ao céu.
Tagarelámos de coisas que é preciso falar, de força, de música, de arte, de relações sócias, de opções sociais, de outras vidas.
Daquelas que se almeja ter, em que não se precisam criar muralhas, ou barreiras, daquelas vidas em que, ser basta, e basta ser para nos confortar enquanto homens.
Tenho conhecido muita gente nova neste dias, é tudo novo, o lugar de trabalho novo, os cheiros novos, as cores, as primeiras semanas de alheamento natural, em que descubro, que a vida, às vezes é dura, crua, mas às vezes funciona.
Às vezes flúi com o timing (mais uma daquelas palavras), não é o mesmo que compreender, mas sim o timing, a altura de se dizer uma palavra-chave, que resulte em sucesso.
E se for a palavra errada, então, tudo o que se criou hipoteticamente, será igualmente destruído hipoteticamente, porque é isso que todos temos, no tabuleiro de jogo. “Orgulho e Preconceito”.
Vou continuar, perseverar, ainda há muito chão para conhecer, a caminho de me ver, pequenino, crescer.

sexta-feira, junho 15

eu, tu, ele ou ela, nós, vós, eles. nós e eles..???

epá não sei tive que ouvir, não sabes! pergunta ou escuta.

sete e sete catorze, mas...


É lógico que o que era bom por ser simples, se resume a isso mesmo, simples, a ser unidimensional, obtuso, ignorando, toda a capacidade exponencial, de ler um cenário, de compreender um cenário,
- Compreender, que palavra (eu gosto do que significa)! Como é a vida de adulto, por exemplo (talvez por ser forte), em que as dificuldades (muito forte) de ser completo (porque abraça o todo) se adivinham todos os dias, tal como as vantagens de ser independente (cria um conjunto fechado) e capaz de resolver e lidar com os problemas (e denso), sociais económicos e financeiros, ter a percepção do mundo, global, como um planeta frágil (compreender), que também precisa de atenção, a força que tem um ser humano munido da capacidade de comunicar, ao escutar e fazer-se ser escutado, por outros, que se interessam, e dedicam tempo a criar bases, fundamentos, chão, para caminharmos erguidos "homo sapiens".
É a três dimensões que as coisas são, não há outro caminho “there’s no other way”, computadores, matemática, arquitectura, medicina, jornalismo, grandes construções, até, já os telemóveis são da terceira, não dimensão, mas da terceira, ainda assim tem lá terceira, mas desta feita, terceira geração.
"Sete e sete catorze" mas espera lá, na te esqueças de abrir a pestana rapaz, que eu só sei o que sou, e quem não sabe é como quem não vê, tem a certeza do que sabe, e só disso.

terça-feira, junho 12

Under the Bridge

esta é sem dúvida um marco, no início da minha adolescência, desfrutem ;o)

segunda-feira, junho 11

Ela chegou sem me avisar


Ela chegou sem me avisar
Estava cansado, que dia, ufa
Doía, mas agora passou
Tudo que me atinge, agora sabe bem
Esta música, esta música
Vou ficar a ouvir
Esta música
Tomou conta do tempo
Como o sol de Gideão
As guerras, cessaram enquanto
As notas flutuavam os campos de batalha
Os livros dançavam o tango
A praia estava como nunca
Melhor que em qualquer outro dia
Quem diria
Que força
Que frágil
É esta música
Até dói
Mas caramba
Que me sabe bem
Sabe-me tão bem
Mais
É que foi no final de tudo
Quando, já tinham dito tudo
Ela chegou
Sem avisar
Como o vento que dobra as árvores
Da força de soprar
Os homens comoveram
Os espíritos choravam
Enquanto se lhes dava o ensejo
A riqueza que é escutar
Vem para me ensinar
Que agora que estás aqui
Temo não te saber ser
Visto que vieste sem conselho para me dar

domingo, junho 10

CHUTEI DE "BICO"


Hoje chutei de “bico”, fui jogar à bola c'os amigos, passaram-me a bola, e fiquei num espaço apertado, vi o Pedro desmarcar-se na grande área, estava sem mais alternativas, tinha de tentar o passe longo, já fiz antes, já o fiz tantas vezes, tentei mais uma, o timing, era terminante, chutei de “bico” não foi bonito, e também não saiu bem.
Mas quando se quer faz-se o que se pode, o que está ao alcance, ao meu alcance, ao nosso alcance.
Hás-de ver, também terás os teus dias.

sábado, junho 9

Por favor incomode-me


maybe tomorrow by stereophonics
linda melodia;o)

dá-lhe forte Carvalho!


E já que este é um blogue misto de desporto, e vidas, vou falar de um “portuga” muito forte.
O homem é um dos meus favoritos do futebol actual, nasceu em Amarante joga em velocidade e com base na força explosiva e na antecipação das jogadas, pra mim é uma inspiração, saber que há pessoal assim.
Tem um estilo próprio, e o percurso de carreira é bom, agora está entre os maiores, joga com o número seis na camisola, tem um metro e oitenta e quatro, e joga na nossa selecção dá-lhe Carvalho!

sete e sete catorze...


Noutro dia deixei-me levar, como que fluí com o ambiente, deixei a mente se soltar, dei comigo a perguntar, o bem que têm as coisas, o bem que tem as emoções, o bem que tem o mal, o bem que tem o hi5, o bem que tem em ter uma paixão, de carne e osso.
O bem que tem, é doce, é meigo, é intemporal, é cego, é cru, vivo, alegre, infantil, egoísta, verdadeiro, ainda que por breves instantes, maduro, ainda que seja só o durante, e acima de tudo fácil.
Como as primeiras equações algébricas, um e um dois. Era fácil, é fácil ainda.
Lembro, que nas primeiras, não há variáveis, não há desvios, não existem limites ou intervalos, matriz ou probabilidade, nem definições ou teoremas, apenas o intuitivo, um e um dois, dois e dois quatro, três e três seis, quatro e quatro oito, cinco e cinco dez, seis e seis doze, sete e sete catorze...

terça-feira, junho 5

Zero 7 - Home (acoustic)

Descobri enquanto fazia zaping pelos canais de TV. Nunca mais fui o mesmo;o).
Foi na CNN, que encontrei uma reportagem, em que mulheres bonitas "Zero7" por dentro e por fora se mostravam ao mundo. A cantar...

Passei primeiro por Roterdão II


(...)
Aproximava-se a hora de embarque, antes de subir ao balcão, de acesso ao avião, fiz um primeiro telefonema, aos meus companheiros de equipa, estamos todos na equipa da Universidade do Algarve, liguei para o Pedro, a fim de saber, em que situação geográfica se encontravam, limar pormenores, ficamos de nos encontrarmos em Bruxelas.
As escadas rolantes pareciam pouco arrojadas, por isso subi as escadas não rolantes, usando toda energia ganha durante o passeio que dei pela manhã, o sol ainda estava redondo, quente, radiante, olhei, através das vidraças, para a praia da ilha de Faro, estupendo, o sol já se punha, o céu, pintava cores de várias tonalidades, o laranja era quem mais reinava, quase romântico, antes do embarque, fiz uma ultima chamada pelo telemóvel, para a minha então menina, depois de calorosa conversa de namorico ao telefone, sentia-me calmo, amado, seguro e confiante.
A viagem, foi tudo menos entusiasmante, sentei-me, tinha uma cadeira vazia de permeio, depois um velho holandês, que pouco ou nada acrescentava, não foi por falta de esforço, talvez falta de timing, que pouco comunicamos, fui lendo o meu livro, não jantei, estava ainda com o bife de vitela, que me preparei, antes de sair de casa.
Chegado ao aeroporto de Roterdão, o clima em redor dos meus desconhecidos, companheiros de viagem, estava pouco contente, triste até, os estrangeiros pareciam deprimidos, ao ter de trocar o Algarve pelo sol de Roterdão, eu não, eu não me deixei afectar, eu estava de fora neste quadro, logo que uma velhota holandesa que se encontrava ao meu lado, esperando a bagagem, de cara redonda, com as maçãs do rosto avermelhadas, se inclinou, para apanhar a sua mala, vinda pelo tapete rolante, esta lhe puxou para o chão, arrastando consigo a senhora, sem mais nenhuma reacção em redor, talvez, pela apatia geral de voltar á rotina, fui eu que a ajudei, deitei as minhas mãos sobre a mala, não deixando que a gravidade se sobrepusesse ao esforço conjunto, entre mim e a velhota, á união dos humanos, sorrindo, satisfeito, estava em forma, segurando a mala, como que dizendo, se quiseres o Algarve sou eu, por um breve instante serei eu, a velhota sorriu de volta grunhindo qualquer coisa em holandês, em alto e bom som como que eufórica, foi giro.
Ao sair daquele lugar, para a rua, já estava em Roterdão, a temperatura não era tão baixa como a que imaginava que ia estar, os táxis existiam, tal como eu esperava, ainda me lembrava do nome do hotel, chamei o táxi, arrumei as imbambas no porta bagagens, sentei-me no banco de trás, recostando-me, o voo foi cansativo, estou mesmo cansado, preciso muito de dormir pensava para mim, durante a corrida, falei do tempo, do que estava por ali a fazer, no final da corrida, o taxista desejou-me boa estada, que aproveita-se ao máximo.
Era o que eu estava disposto a fazer, mas, naquela altura, naquele momento, só o que precisava, era de uma boa noite de sono, daquelas, em que se revigoram os sabores, as vontades de ver o dia, que se segue.(...)

O nosso planeta é forte! Muito forte!

segunda-feira, junho 4

Momento de Glória


Depois de uma saída c'oa maltinha, para ver o amigo "André" tocar com a sua banda – BubbleBath – regressei a casa ainda a tempo de ver um momento de vitória, ver uma fronteira nova ser desenhada, aparecer um ser mais forte, mais completo, e capaz. Estava c’o Goulão que entre anúncios e mais anúncios de descontos de tempo se deixava enganar pelo sono, apercebi-me que o José, dormitava, no meu sofá.
Não deixei que dormisse, falei para ele: - Zé! Acorda Zé tens de ver isto! O Lebron James está a dar cabo deles (Detroit Pistons), tens de ver isto meu!
Foi o que foi, um contra cinco, literalmente, num momento do jogo em que os homens se transformam, em muros de pedra, aparecia o Lebron James a furar toda a equipa, para atacar debaixo do cesto, tal qual catapulta, marcando cestos de elevadíssimo grau de dificuldade, levando a mim, e ao meu amigo Zé, á loucura, foi lindo.
Levou o jogo a prolongamento – Eu quero que Cleveland ganhe, assumi eu calmamente. – Eu também. Retorquiu José!
Estava feito, o homem – Lebron James – tinha tomado não só conta do jogo, e agora estava no centro das decisões em minha casa, foi lindo, estar a ver aquilo acontecer, desde os jogos do Michael Jordan, contra os Phoenix Suns, que não via o nível de basquetebol igual. No final, os Cleveland foram melhores, e receberam pela primeira vez em trinta e sete anos, um bilhete de acesso a uma final de campeonato da NBA.
Mas ontem estava demasiado cansado, para ver o jogo pela madrugada, depois de ver coisas extraterrestres acontecerem à minha frente, como a banda da ANA MARGARIDA, ficar à frente do meu amigo André, no concurso de bandas "+ Música" cuja final foi em Loulé, e cujo critério para a melhor banda, deixou a imenso a desejar.
Dia porreiro, que começou comigo a perder a virgindade, ao pisar pela primeira vez a Ilha Deserta, conforme ilustra a foto, fui com os companheiros de equipa, muito fortes, o Pinto é homem de mar, posso confiar, foi bom mas cansativo.
O melhor de tudo, é que vou ter trabalho para o verão, pelo menos para o verão, tenho trabalho, comprei o vestuário a condizer, agora só me falta sofrer, até que comece o dia de amanhã ás 9:00h em Portimão.
Ah! Já quase me esquecia, Portugal foi ganhar à Bélgica, enquanto jantava-mos, o Postiga , o avançado de "Junho", lembrou-se de rematar à baliza, para gaudio de todos naquele restaurante, muito bom, muito bom, é isso a vida, viver e encontrar a graça.

Abraço a todos e boa semana!

sábado, junho 2

Para uma vida melhor




Estou nos meus vinte e nove anos, com todas as incertezas do futuro, com todas as certezas de um presente, bem simples, bem bom.
Pergunto-me se não se vive demasiado depressa, com as enormes decisões, algumas de estrutura como a casa para se comprar, outros com o filho para criar, não sei muito bem, ouço queixarem-se, vejo casarem-se, afirmarem de convicção que se pode ser feliz. Outras de conjectura como para onde vou trabalhar, ou - que irei fazer de carreira!? Ainda sou solteiro e despreocupado, QB!
Em conversas de intelectuais é fácil concluir, que as pessoas se juntam, casam, por razões, meramente práticas, sejam elas económicas ou sociais, não interessa, ainda assim práticas.
Mas e o encantamento que eu vejo nos filmes, onde ainda se joga ao ataque, e se respeitam paixões, como o filme que vi do Tom Hanks – Sleepless in Seattle – em que do nada se criam verdadeiras, reais, as fantasias de todo o homem?
Eu gosto de pensar, que talvez, seja apenas, uma questão de perspectiva, mas também eu, vou estar no plano que irei desenhar, não importa, vou falar, ainda assim.
Se todos temos de fazer algo, na vida, enquanto aqui andarmos, ou não, teremos coisas à nossa volta, de cada vez que nos virarmos, teremos uma realidade em frente a nós mesmos como indivíduos, de cada vez que avançamos, teremos, novas paisagens, etapas ou estações.
Fazer cada percurso, cada etapa, por si só, não me traz novidade, o receio, de ser feliz, o receio de falhar, é algo a que nunca me irei habituar, haja amigos ao longo da vida!
A capacidade de ser competente, a estabilidade, o conforto, o estar bem, e de bem com o meio em que se está inserido, é uma coisa que me apoquenta, já que a vida não pára, não pergunta, não responde, apenas, acelera ou abranda, aumenta ou diminui a intensidade com que nos enrola.
Conforme o que se está a passar dentro de cada indivíduo, o lugar, a altura, o timing.
É talvez, assim que se devam tomar ou não tomar decisões, encontrar ou não respostas, eu acho que elas andam aí! Agora. Se estou a fazer as perguntas necessárias, ou adequadas, esse é que é um grande dilema. Mas eu acredito, que quando chove todos devem ter o seu cantinho, o seu abrigo de acolhimento, seja em que moldes for, há que acreditar, ter fé nisso, se a viagem acelera, quem viu que acelera, sabe o que tem a fazer, quem não viu, ou não sentiu, vai ter de se aninhar, c’a Maria ou c’o Manel, que o sol já foi, enquanto a noite cai…