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domingo, janeiro 23

.. e esta voz de Domingo!?

Caros amigos estou a viver os meus dias, este ano faço a idade de Cristo 33 anos (confiante) sei que 2011 vai ser e já começou por ser um ano especial.


Tenho mais que vontade de ver ser quem sou, quero o mesmo para todos os que com quem me vou cruzando e outrora cruzei… vou começando projectos novos, quero melhorar os (antigos) que já existem ver tudo encaixar-se como num puzzle (não quero labirintos) mesmo que não seja o passo certo vou continuar esta dança (do amor) agora mais que nunca que a re-descobri - vou fazendo quem me quer bem duas vezes, quatro vezes, oito vezes mais contente que era há um instante atrás.


Vou pensando em ti, vou pensado em ti e vou continuar a pensar em ti também, de quando em vez quando sinta que o sol tocou o mar ao por-se ao dar-se a outras terras que não esta… vou andando como o Johnny Walker confiante no meu sabor e cadencia entendendo-me com a fé dos homens qual programa de Domingo de manhã.


A minha família enriqueceu temos o nosso moço mai novo, é lindo sofro por ele também (não muito) com calma quero que seja forte como eu! Amigo do mundo que o conhece, já não me alterno muito (vou com o passo certo) e vou assim me fazendo interessante… ouço musica com quem lhe dá valor como eu dou e caramba sinto-me (tão estúpido) como, completo!


Deve ser porque me tornei africano, outra vez! Amigos, Venham daí vós que sentem (dentro de vós) essa voz também...


quarta-feira, janeiro 19

I have good love for the stock exchange

Hoje ouvi da boca de um qualquer a palavra investir…


Penso na palavra e logo penso na bolsa de valores, casas, apartamentos, carros, jóias, relógios enfim coisas materiais. Logo de seguida associo também os sentimentos a essa economia de transacções e pergunto-me:


- Mas será que esta tem a mesma liquidez?, se olharmos em volta vemos que é bem mais rica e fluente pois gratuitamente nascem, crescem existem e associam-se quase sempre sentimentos aos bens materiais em que investimos, porque somos só garotos que têm mais olhos que barriga que querem ou precisam impressionar-se a si mesmos, aos amigos ou a uma mulher feita que se quer a longo termo (irmã, mamã ou assim).


Assim como na bolsa de valores, existem produtos nas transacções de bens sentimentais que podem ser classificados de duas formas:

1- quanto à duração | curto prazo (até 1 ano) e médio e longo prazo (a partir de 1 ano em diante) e;

2- quanto à rendibilidade | alto rendimento (um sonho banal ou não) que implica um alto risco e baixo rendimento (uma decepção ou parte do jogo para alguns) sem grande risco associado…

… eu podia até brindar-vos com alguns exemplos práticos mas vou passar ligeiro (livre de aspereza) pela matéria, já que nesta etapa das vossas carreiras pseudo-materiais devem ter em vós o orgulho de descobrir por vós mesmos o que se lhes assemelha se for do vosso interesse.


Os compradores podem sempre em função dos seus perfis querer apenas investir para voltar a reinvestir ou podem tirar dali dividendos para se recriarem (feito patetas) com o "sucesso" obtido, eu confesso que gosto de combinações perigosas mas porque preciso do risco (ou da tensão seguida da resolução), sei que sem essa pressão não se ganham diamantes… mas tenho pouca apetência a entender os produtos numa forma específica e singular (prefiro o geral) isso seria na minha óptica anular-se a sua essência - gosta compra, não gosta outro comprará e o seu valor manter-se-á intacto (talvez aumente) e dessa forma não se prejudica quem dele necessita mas eu assim alargo o meu panorama mercantil no todo, tudo isto inconscientemente, sem me querer tornar num expert vou assim aprendendo e uso de mim a sapiencia para ajudar a quem careça de foco emocional.


Qual o produto a investir… haverá sempre bons conselheiros para os ajudar a decidir porque sim ou porque não, mas entender a alma do comprador é a melhor forma de se lhe fornecer um serviço de qualidade, contudo é condição ter que estar no barulho ter que ir para a bolsa ter que oferecer um produto que dentro da sua esfera ou nicho de mercado preencha os requisitos elementares… não sei nem me questiono que tipo de produto seria eu se me fosse comercializar ou imaginar o que gritaria aos homens do comércio (rio-me só de imaginar)?


Seria um produto de colecção e teria lugar central numa sala onde a luz do sol fosse meticulosamente calculada para a iluminar, com vista para um jardim onde se veria a relva cor verde fresco e bem aparada com um leve cheiro do verniz e uma aragem doce com sabor a verão, onde o chão e as paredes seriam de madeira (carvalho) sólida com um espaço dedicado a mim a 100% que me esperasse assim totalmente vazio e pobre (talvez me encaixe), ou seria consumido enquanto durasse e me fosse reservado um pequeno bar (num apartamento fechado de alegria e harmonia) até que melhor então aparecesse para me surripiar a vez (não gosto)… ou ainda, (gosto desta) - seria um produto honesto que estaria de acordo com as características apresentadas na ficha técnica mas não seria completo (de acordo com as expectativas) e sofreria tantas adaptações (de acordo com as necessidades) que perderia o seu valor inicial, que era um (num mundo de Harry Potter de valor incalculável) mas que nessa coisa do: - ter-se o que se quer por que se aprende (política social) a querer chegar em primeiro sem se ver onde se foi (logo perderia o sentido)… que valor lhe dariam vós, que pensam antes de falar e que falam depois de fazer (sensatos)!?


segunda-feira, janeiro 17

luas e marés

Foi numa noite sem luar que eu vi, sem ver quem são…


Vi sem ver que são, os espaços ocos que nos enchem de ar e que nos forçam a abrir da mão soltando-se assim aquilo que achamos que nos regula e balança o equilíbrio de um andar pouco erecto, pouco esperto, vulgar, adormecido e pouco desperto para o mar de contra-informação contra-convicção, correntezas que se opõem enfrentam e confrontam as nossas ideias e vontades mais sinceras, nuas cruas... mas não.


Vi sem ver que eu não ouço chamamentos não procuro defeitos pois tudo o que é teu é meu e eu engulo sem pensar que me entorta a espinha e te faz parecer direita quando és torta, tanto quanto eu fui - numa outra vida.


Vi sem ver que essa tua maresia a consigo cheirar, cheiro-a a mais de sete mil léguas mesmo por baixo de água cheiro-te, onde os cheiros me seduzem, espicaçam e afagam a alma por te mergulhar nesse teu mar de ilusão.


Vi sem ver que nem sarilhos nem mortes em sonhos pesados subtraem aquilo que nos pertence pois é nosso de satisfação nem quedas livres ou a perda do meu chão me abrandam o que sinto, apenas me impele, empurra, vigora estimula e cresce na tua direcção como a lua atrai, "cega-nos por ausência" e endoidece os lobos para que a vejam… assumir o que é seu, enquanto é dela nesse infinito momento em que o universo é um planeta só.


Porque não nos conseguia vislumbrar no breu, cego de ver e de me cegar - expus-nos ali, um em frente ao outro, por que é assim que eu e tu somos… almas que se encontram e desencontram numa noite fria sem luar, ora que nos encontramos de novo para que seja instituído como cicatriz de arte milenar, que tudo seja obra do acaso… pois nada é!


Além do mais tu sabes, que o que nós sabemos mesmo, só nós sabemos mesmo pela sensação de termos sido iguais até não mais, haja convicção… coragem e visão (porque sem lua eu não vejo) do que vai ser o mundo lá fora se formos um do outro (juntos) por isso mesmo distantes como agora.


sábado, janeiro 15

Faith - you don't feet this shoes - no more

Quem é que tu pensas que és! … és alguém que precisa de ter um rumo e não podes continuar assim, tu! tens que seguir a tua vida, eu! seguir a minha, ou! fazer desta forma se queres ser como eu assim especial… mas que merda é esta penso eu de que, por favor prossiga (adorava ver aonde isto vai parar).


… tudo o que fizeste eu vi, as escolhas erradas na tua vida acidentada e vazia de histórias quentes sempre frias e sem fim como tu, o teu comportamento socialmente pouco aceitável fazes, achas-te! e dizes o que pensas ou te convém em qualquer onda ou lugar e isso é uma merda até as minhas amigas tu atacavas e eu sempre a ver (pois se sou livre até que me prenda, sou livre), e agora queres-me! - Mais que tudo sim, talvez te precise mais do que te quero, mas continua…


- não não agora não cabes mais nos meus sapatos, agora que eu estou bem e tenho um cão (mas porque raios te quereria eu se estivesses na merda?) pergunto-me porque, se eu fui teu enquanto carecias de alguém agora que te fiz forte e altiva quero-te claro agora estamos fortes os dois podemos rir juntos ou chorar se for caso disso, quero a nossa guerra saudável agora que estás sobre os teus pés, claro que sim… não existe dignidade em aproveitar-me de ti no chão, caída, nem concebo o inverso se vier a dar-se.


… continua assim então e deixa-me ir em paz, fica com os teus chinelos onde sempre encaixam esses teus pés sem dono nem rumo. és maluco! não sabes quem és? - és maluco, e isso sou que te digo que tenho uma posição e uma forma de entender tudo pois leio muito e sei lá mais o quê… (fantástico) penso pra mim, e eu é que preciso de ser salvo!?


… Sabes lá por onde eu já andei (diz a pessoa que tudo sabe), eu já estive nas favelas, salvei e enfrentei feras selvagens, cresci e morei em lugares fantásticos para não mencionar que mais irei fazer…, mas caramba se és tão boa porque tenho que ser eu a comprová-lo eu que o que gosto é de andar bêbado, beber com os meus amigos, amigar-me sempre que consiga e acordar todos os dias, sem ter magoado ideias minhas ou ideias de outrem que nunca irei saber quem é.


- Mas diz-me mais, preciso de mais, mais estupidez minha assim contada de forma apaixonada e de quem sempre me viu com olhos de ver, pois assim terei factos para me sarar, eu sou um homem de factos e beber à golada da minha própria saliva matando assim a minha sede de querer "subir" e estar ao teu "nível" (sorrisos). Contudo e no entanto… Ainda assim gosto de te ter aqui, estar contigo assim e claro de tu estares comigo neste infinito instante (estás mais comigo agora que sempre!)… claro que sim nem eu queria ser perfeito isso é que é uma bela m#"%/* do ca%"$#/!&.


Não queria mandar desabafos, dizer que mal me sentia queria sim desabafar-me como somos, homens e mulheres feitos para o fazer (vamos chamar-lhe desabafar) encaixando-nos um no outro, pois ainda consigo rir-me por dentro apesar de tudo o que se passa cá fora, Deus que se aguentasse pois ia ser giro!


Tudo é uma primeira vez, mas quando te precisei de facto foste tão fria que te perdoei logo ali, porque perdão é misto de escolha e alguma educação e escolher é coisa de gente graúda mas não de idade sim de acção coisa da alma e do coração… e a educação que usei não foi a banal nem sequer igual à que uso sempre (uso sempre) não foi a educação da escola nem dos livros ou dos conselhos dos velhos ou da energia dos amigos a que usei foi a da vida que conheci o que sei foi do que vi, vivi e aprendi.


Por isso te deixei ir, porque "para haver amor não pode haver obrigação" e além disso não quero amar assim não sei fazer assim… e foi isso e apenas isso que te trouxe a mim! Agora dá-me os meu chinelos de volta… ou dá-me algum dinheiro, um dólar para me por na estrada, que eu fico bem ali.


quarta-feira, janeiro 12

Granada, protejam-se!

…se o tempo é tão relativo, como nós somos?… relações que travamos, problemas que resolvemos ou procuramos nós que temos que ter sempre tudo sob controlo, emoções, sentimentos quaisquer que sejam as sensações que nos saquem da posição fetal, que nunca se desiste de tentar…


que nesse espaço infinito, o espaço é infinito o tempo não, que nesse curto espaço que é infinito, que o que quer que aconteça ali enquanto dure que seja perfeito… nunca se cessa de tentar. Aí está o cerne de tudo!


O resultado espera-se que seja apenas prazer, prazer seja o resto dessa álgebra de divisão endiabrada pelos corpos que se atraem e se repelem… já não me lembro se são protões ou neutrões… tenho andado tão ocupado a tentar ser só eu, sem perfeição nem coisa que me destaque dos demais que me esqueço de me rotular!


Sei que há quem mos (rótulos) queira atribuir por duvida ou por anseio que esse mau estar ou inquietude os deixe vazios de uma merda qualquer que nem eles sabem qual é a marca da merda, ele há de todos os tipos… porque estão totalmente atolados dela, e eu compreendo no inicio é só prazer.


cada um na sua, onda… eu tenho a minha e sou forte no que faço!


Porque acredito que tudo tem a sua verdade, o seu tempo de desabrochar.


Mas cuidar é algo que não tem preço nem relação qualidade preço apenas é bom!, saber cuidar e ser cuidadoso com as plantas, flores, jardins, pessoas, crenças, credos, medos, paixões, invejas, perigosas seduções e a diabice de gente pequena que tanto me acostumei a vivenciar que a conheço, sim privei com essa maldade de curta metragem mas de intensidade castrante, pensas que ando de óculos por aqui não?, e sempre lhe pisco o olho antes que me foda primeiro.


Para o que der e vier para quê nos desviar-mos do que está destinado para nós, hein!?

segunda-feira, janeiro 10

o verde é o novo azul

deixa sair, deixa correr esse mar que te afoga as ideias e as coisas feitas por ti…

deixa correr, deixa que ele é como um rio enérgico forte e bravo que tem que te atravessar até que se tornem num só…

deixa que ele sai vai sem que te diga quando volta para te testar qual um sete de vagas, deixa que ele se espalhe num mar salgado e se misture com o teu azul, meu.


deixa que corra o seu mar e se "oceane" em mim, deixa que rebente a sua onda numa praia branca, que se interponha entre vós, deixa que moa, antes assim que nada ser, deixa que doa, que doa à toa se eventualmente doer


larga-te da mão, não te agarres a nada nem religião nem política serão tuas luzes, larga-te de tudo larga-te de mim larga as amarras desse porto seguro e foge sem olhar pra trás sei que serás capaz, de ser assim…


deixa quem ame quem te quer bem e prova e saboreia quem te desconhece vive, vive a tua história sem intervires com os teus anseios tudo é natureza tudo tem a sua beleza se deixares ser, deixa que o mundo te ponha em posição de encontrares uma canção que entoa a tua frágil vontade de ser, feliz.


mas nunca, nunca deixas que morra a intrépida e tenaz vontade que trazes capaz de te fazer crescer, num beliscar dum dedo teu, num piscar de olhos meu, o teu sangue provar, deixa que corra


…mas não o deixes secar!

sábado, janeiro 8

Eu sinto-me fine...



Se eu te falasse como escrevo saberias que o meu beijo é como um farol aceso nesta nossa escuridão,

Se eu te tocasse como escrevo largavas o medo ou a vaidade da mão e saberias que o meu desejo é melhor ou pior do que a paixão, nada há haver.


E esse medo é ansiedade, esse anseio causa-me receio e esse teu inocente à vontade encurrala-me dentro de mim, vazio, oco como uma prisão em si,

… se eu te beijasse como escrevo terias que me dar a tua alma gentil onde nela trarias a chave que me solta como dona o meu coração ou entregavas-mo de volta, ainda que triturado ou pisado se gostasses mesmo de mim..


Eu não falo nem faço como escrevo, magoo e afasto quem de mim quer atenção ou decência, forjo, engano tudo o que sou rasgando as mais pequenas esperanças ou fantasias do amor que aprendi nos filmes.

… talvez tenha sido cedo demais.. valente e moído continuo à procura. ando um pouco mais.


Porque eu não faço como escrevo porque quem escreve não sou eu é alguém que eu conheço, que me dá sustento ou fartura de estupidez, essa força que me faz continuar,

é alguém que não é o que parece alguém que sabe sentir, lutar, crer, pensar … alguém a quem eu muito admiro que não sabe não gosta nem tira prazer dos insignificantes debates intelectuais enquanto o mundo à volta ao sol apodrece, pois sabe que amar é harmonia pura (luta dura).


esse alguém que também faz parte de mim, chora e ri ao mesmo tempo provocando alguma expressão no meu rosto desenhado quando sente o céu na noite ou vê as estrelas e o luar unirem-se cantando o silêncio da noite, os ruídos da gente dos demais, esse alguém sabe que amar é segurar um olhar que é um suspiro soltar-se devagar, que é sim ver-te chegar como se fosse assim verdadeiramente gostar, apenas ser, estar e descansado respirar.


Esse alguém vou protegê-lo de mim!


Fazer um filho ou dois e ensinar. criar um dia novo devagar para que o outro, alguém que se parece com a gente possa também assim ver quem lhe pertence a seu dia chegar.


Amar assim acho que é pra todos, não sei o que é preciso para o ter, mas quero que seja pra mim.. o futuro é agora.