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quinta-feira, agosto 11

Poca-terra poca-terra poca-terra...tuuuu tuuuu

Fui com o teu olhar… que contradição a nossa condição.

Logo nos guiamos por instintos distintos do que antes tínhamos em mente distantes de pensamentos, livres de reagir sem medo de sucumbir ao que não se pode perder por não se o ter.


Desci e subi a mesma montanha contigo que antes me parecia o Everest, sem que dor ou esgar de esforço não soubesse a recompensa de Natal, por me ter aguentado e perseverado nessa luta de te ver tão perto… assim participei.


Nunca fui de facilidades e por isso a vida complicou ou será que foi por isso? que é que eu sei de facto, sei que eu acordei num lugar estranho em que tudo o que eu antes achava que tinha me houvera sido roubado, nem meus pensamentos me deixava escutar o ruído desse lugar, acordei nesse lugar estranho no banco de trás…


Esqueci-me de lembrar enquanto o veículo se movia numa direcção certa e desnorteada… logo desfiz-me das memórias que inventámos em tempos enquanto saboreámos e almejámos conceitos e receitas… não necessariamente nessa ordem.

Assim me deixei levar esquecendo de olhar pelo retrovisor.


Mais tarde quando desce a poeira, amaina a tempestade me dou conta donde estou sem bússola que funcione mas com a alma e o coração bem juntos alegres e contentes por ter tanta estrada pra andar e procuro o trilho para logo te cruzar por mares de lençóis brancos percorrer o teu quarto ao sol quente, e planeio com mapas de estradas… esse comboio quem o dirige agora sou eu, mas nunca (inconscientemente) o consigo parar. Se eu quero..?

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