Número total de visualizações de páginas

quarta-feira, maio 6

abaixo do equador


Lembrei-me da virada do ano de estar à beira-mar com o luar, a escutar melodias entoadas por cordas de uma guitarra ladeadas por vozes de gente que se lhes juntavam com paixão paz e descontracção.

Ali, é um lugar bem diferente de tudo o que antes havia experimentado. Com experiências simples fui acalentando o meu bem-estar.

A linguagem do corpo pode trazer e comporta as mais variadas mensagens do que aquelas que vi e vivi na Europa, isso desconforta ao início mas rapidamente percebemos a postura que se nos adequa. Por ali nunca me senti só nunca estive sozinho por mais de um minuto, proximidade é procurada a todo o custo, contudo existe um padrão de qualidade requerido.

Sente-se que a luta existe há séculos, a luta é grande e constante maior do que em qualquer outro lugar.

Lutas que já vivi, umas por ser como sou, outras por não pertencer a classe estatuto social ou raça, quase me canso de pensar as vezes sem conta que fui chamado, obrigado, forçado a prestar contas qualquer que sejam a sua natureza de postura social moral ou de simples dignidade humana.

Revi a minha escola (uma das…), onde estudei se é que aquilo era aprender, uma das mais decadentes formas de ensino que experienciei. Olhei-a de longe distante do que estava ali diante de mim, sobrevivi e estou aqui qual Forrest Gump, pronto para dar e apanhar pancada da boa, ao estilo do Ernest Hemingway, procurando a satisfação profissional ao estilo do grande Michael Jordan.

Termino dentro do estilo internacional, To be continue...

Sem comentários: